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Mostrando postagens com o rótulo povos indígenas

Um depoimento sincero sobre os Tenharin e Jiahui, por Telma Monteiro

Japi’i Tenharin (de camisa verde) e Moangathu Jiahui se dirigem à mesa, composta por Deborah Duprat, Telma Monteiro e Cleber Buzatto. Foto: FAOR O foco midiático do caso Tenharin, em Humaitá, sempre foi as mortes dos três homens, atribuídas à vingança dos indígenas pela morte do cacique Ivan Tenharin. Questões a meu ver importantes, como informações sobre o cacique Ivan Tenharin, sobre o atropelamento ou sobre a cobrança do pedágio, foram omitidos. Resolvi, então, aproveitando a oportunidade, ouvir o relato de duas lideranças, uma Tenharin e outra Jiahui. Estávamos juntos no Simpósio Energia e Mineração em Terras e Rios dos Povos Originários, na UNB, em Brasília, quando perguntei se eles queriam falar a respeito. Eles concordaram e abriram seus corações. Por  Telma Monteiro , exclusivo para  Combate Racismo Ambiental Algo jamais mencionado nas notícias publicadas, mesmo em blogs sérios, diz respeito ao fato de o  cacique Ivan Tenharin, um Cacique Patriarca Tradic...

Dia Internacional dos Povos Indígenas

Imagem: Espacio Azul

Campanha em defesa dos direitos dos Povos Indígenas

Não à Portaria 303 da Advocacia Geral da União (AGU)  Para assinar a petição clique AQUI 

Deixa o rio Xingu viver... Touche pas au Xingu!

Este documentário teve objetivo de transcrever na tela digital, a emoção levada pelos povos do Xingu na luta pela conservação ambiental, na luta para a vida do Rio Xingu e de seu eco-sistema. O video foi montado graça as imagens, fotos e videos, compiladas e recolhidas de varias fontes, proveniente de associações, amigos, ou parentes todos defensores da causa Indígena do Xingu! A musica " Deixa o xingu Viver" foi criada e cantada especialmente para levar ao coração todos ressentidos que levam este projeto monstruoso da Barragem Belo Monte, defendido pelos maiores empresários do Brasil e pelo governo Lula. A Musica é da grande autoria de nossa querida irma Helena Castro, a quem dedica, alem de todos os parentes e irmãos do xingu, esta pintura digital com gota de amor e cores da Paz!

Belo Monte: genocídio anunciado

Artigo escrito por J. Sulema Mendes de Budin [1] Srs. presidentes do IBAMA e da Chesf - a minúscula é intencional, porque proporcional as suas “dimensões” como instrumentos de terceiro escalão desse “desgoverno”, que afronta os direitos mais básicos dos cidadãos. Sr. Curt, ao confirmar de viva voz para a jornalista australiana o que todos os que conhecem as táticas e estratégias da indústria barrageira e seus acólitos já sabem, anunciando o genocídio dos índios (e demais opositores a essa barragem criminosa e desnecessária, como os ribeirinhos, os pescadores e as pulações tradicionais) que serão tratados “como os aborígenes” foram, na Austrália, se posicionou claramente dentro das técnicas reacionárias e neo-nazistas, que ignoram os direitos mais fundamentais do ser humano.

União dos Povos das Florestas em defesa do Xingu

Solidariedade entre os povos - ATO CONTRA BELO MONTE  no Grande Encontro dos Povos em Manaus Ontem ,dia 16 de agosto de 2011, iluminados por uma belíssima Lua Cheia, chamando para a União dos Povos das Florestas, saíram em marcha os centenas de indígenas participantes  do  Grande Encontro dos Povos – Saberes, Povos e Vida Plena em Harmonia com a Floresta”

Povos indígenas ameaçados por Belo Monte

Vulnerabilidade das Terras Indígenas em Belo Monte A Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé e a  Associação para Povos Ameaçados (STP) - Brasil denunciaram que a mega-barragem de Belo Monte, planejada para ser construída no rio Xingu, no coração da Amazônia, ameaçaria a sobrevivência de povos indígenas em isolamento voluntário. A representação que recebeu o apoio de organizações não-governamentais do Brasil, da Europa e dos EUA, foi entregue oficialmente  ao Ministério Público Federal do Pará, no dia 25 de novembro, durante o V Fórum Social Pan-Amazônico 2010. A representante da STP, Rebecca Sommer, colheu dezenas de depoimentos de lideranças dos povos indígenas da região do Xingu que manifestaram repetidamente suas preocupações e incertezas com o projeto.  Depois de receberem declarações contraditórias das autoridades e empresas sobre as conseqüências diretas e indiretas da mega-barragem de Belo Monte e de nunca ter sido solicitada sua aprovação,  os indíge...

Dia dos Povos Indígenas

Imagem - mundiverso.blogs.sapo.pt "Green" energy boom destroys tribes – new report - Survival International Para marcar o Dia dos Povos Indígenas das Nações Unidas, Survival divulgou um novo relatório destacando o impacto devastador sobre os povos tribais de uma explosão maciça na construção de barragens para hidrelétricas. Com base em exemplos da Ásia, África e nas Américas,  o relatório da Survival sobre graves  danos expõe o custo incalculável de obtenção de eletricidade "verde" a partir de grandes usinas hidrelétricas.

Povo Awá-Guajá: Acampamento “Nós existimos”

CIMI Na região conhecida como Alto Turiaçu, no Noroeste Maranhense, mais uma parte da Amazônia brasileira é destruída. Diariamente, caminhões saem lotados da mata, roubando e assassinando os povos indígenas que sofrem com o drama da derrubada de madeira em seus territórios. Na contramão dessas tragédias anunciadas, grupos de guerreiros deixam suas casas no seio da floresta para se encontrarem com os seus parentes. Em busca de aliados, o povo Awá Guajá sai da mata e com a cantoria dos karawaras, viajam para o céu e descobrem do alto um novo horizonte de destruição e aterrissam de volta com o grito: “Nós existimos”. O Conselho Indigenista Missionário e o Povo Awá-Guajá, em parceria com a CNBB Regional Nordeste V, Diocese de Zé Doca, pastorais e movimentos sociais, realizaram o grande a campamento “Nós existimos: terra e vida para os caçadores e coletores Awá-Guajá ”. Leia mais...

Povos indígenas do Tocantins apontam a destruição levada pelas obras do PAC

Numa mensagem corajosa, três povos indígenas reafirmam sua luta contra a construção de barragens que destroem rios, terras e matas, transformando o ambiente e colocando em risco sua cultura e sobrevivência. Carta dos povos Apinajé, Krahô e Xerente Nós, povos indígenas Apinajé, Krahô e Xerente, reunidos nos dias 23 a 25 de setembro na Aldeia Bonito, no município de Tocantinópolis – TO para o Encontro de lideranças, refletimos sobre os impactos das construções das novas barragens que estão sendo implementadas através do Programa de aceleração do crescimento – PAC. Este programa trás grandes prejuízos para nós, povos Indígenas, porque destrói os nossos rios, nossa terra mãe, acabando com as vazantes, acaba com nossas matas, de onde temos costumes tirar nossos alimentos, para sustentar a nossa família. Transformar nosso ambiente é matar os povos indígenas. Nós povos indígenas Apinajé, Krahô e Xerente devemos estar sempre unidos para não deixar que construam grandes projetos em noss...

Sujeira debaixo do tapete

"O que a sociedade sul-mato-grossense precisa entender é que esse processo de demarcação não tem volta. Não há nenhuma possibilidade de colocar 40 mil índios debaixo do tapete." Procurador da República em Dourados, Marco Antonio Delfino de Almeida, sobre as novas demarcações de terras indígenas destinadas aos Guarani Kaiowá , em Mato Grosso do Sul, que irão ocorrer. Fonte: Agência Brasil BNDES O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está financiando projetos de economia solidária e promoção do desenvolvimento territorial. Dessa forma o governo federal pensa que poderá minimizar os efeitos negativos causados por grandes obras financiadas pelo banco. Fonte: Agência Brasil É uma forma de empurrar a sujeira para debaixo do tapete!

O Indígena da Terra Tanaru: símbolo da resistência de um povo quase extinto

Um único indígena, remanescente de uma etnia desconhecida, ameaçado pelo Complexo do Madeira, se abriga e sobrevive da floresta amazônica, fugindo de qualquer forma de contato com outra cultura. O legado do seu conhecimento ancestral será reconhecido, no futuro, apenas pelos vestígios que deixará.   Telma Monteiro  Estudos feitos pela Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé em colaboração com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) confirmaram a presença, na Terra Indígena Tanaru, de um único indivíduo, remanescente de uma etnia de povo indígena isolado, nômade, que sobrevive no interior da floresta e que representa um verdadeiro símbolo de resistência. Ele é conhecido vulgarmente como Índio do Buraco devido à forma como se abriga, usando uma cova cavada no centro da maloca (foto). Ler o artigo todo...  Indígenas isolados ou em isolamento voluntário são aqueles sobre os quais se tem pouca ou nenhuma informação. Os povos indígenas em isolamento voluntário evitam qualqu...

Carta de Fortaleza

II Seminário Brasileiro contra o Racismo Ambiental Os participantes do II Seminário Brasileiro contra o Racismo Ambiental, organizado pelo GT de Combate ao Racismo Ambiental ∕ RBJA, destacam em seu documento final três casos emblemáticos, que reafirmam a importância de nossa luta.  O primeiro deles é o de Crispim dos Santos, convidado para representar o Quilombo de São Francisco do Paraguaçu, Bahia, cuja presença chegou-se a temer não viesse a se concretizar devido às ameaças de morte que sobre ele e outros companheiros de sua comunidade pairaram na semana anterior ao Seminário.  A segunda participante é uma guerreira, Angelina de Carvalho Pereira, do Movimento de Mulheres Camponesas do Acre, que contagiou a todos com sua força e relatos sobre a coragem de suas companheiras, algumas processadas e condenadas por lutarem pela garantia de seus direitos, ameaçados pela Aracruz Celulose no Rio Grande do Sul.  O terceiro caso não se limitou a um indivíduo, mas ao povo indígena Anacé. Ameaçad...