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Mostrando postagens com o rótulo munduruku

Fundo Amazônia: o fundo do buraco? (2)

Desmatamento - Foto: Greenpeace Telma Monteiro E o dinheiro do Fundo Amazônia que cai no BNDES, para quem vai e para que tipo de projetos? Dando continuidade à questão do uso dos recursos do Fundo Amazônia para reduzir o desmatamento, elejo a Floresta Nacional do Jamanxim o símbolo maior do descumprimento da legislação ambiental e da inutilidade de grande parte dos projetos que receberam rios de dinheiro do fundo, via BNDES. A Amazônia perdeu, entre 2015 e 2016, 7984 km² de floresta, segundo o levantamento do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).  Entre os municípios que mais desmataram estão cinco no estado do Pará: Altamira, São Feliz do Xingu, Novo Repartimento, Portel e Novo Progresso. Conforme tabela abaixo nota-se que o Estado do Pará foi um dos estados que mais recursos receberam do Fundo Amazônia. Floresta Nacional do Jamanxim e Terra Indígena Munduruku O município de Novo Progresso é onde está justamente a Floresta Nacional do Jamanxi...

Índios Munduruku clamam por seus direitos ao território e à saúde

Foto: MPF  No Pará, índios Munduruku clamam pela defesa de seus direitos ao território e à saúde Comunidades convidaram MPF a ouvir preocupações das famílias das Terras Indígenas Sai Cinza e Praia do Índio, no sudoeste do Estado  Os 1,5 mil indígenas Munduruku das Terras Indígenas (TIs) Sai Cinza e Praia do Índio, no sudoeste do Pará, estão indignados com a violação de seus direitos representada por medidas dos poderes Executivo e Legislativo federais que alteram a forma de demarcação e uso de seus territórios. Eles também protestam contra a invasão de suas áreas por supostos técnicos a serviço do planejamento de hidrelétricas na região, contra o fato de não terem sido consultados sobre a instalação dessas hidrelétricas e contra a precariedade no atendimento à saúde nas Tis.

Resistência às hidrelétricas: Movimento Tapajós Vivo realiza encontro

Fonte: CIMI Fonte da notícia:   Movimento Tapajós Por Guenter Francisco Loebens, de Itaituba, Pará Com o objetivo de organizar a resistência contra a imposição das hidrelétricas do rio Tapajós foi realizado nos dias 21 e 22 de agosto, de 2012, um encontro na comunidade ribeirinha de Pimental, município de Itaituba/PA, promovido pelo Movimento Tapajós Vivo, com a presença do Procurador Dr. Felício Pontes do MPF/PA e 60 lideranças comunitárias, indígenas, religiosas e de organizações da sociedade civil.

Indígenas Munduruku: "Por isso não queremos mais ouvir sobre essas barragens na bacia do Rio Tapajós"

Os Munduruku no I Encontro dos 4 Rios Foto: Telma Monteiro "Aximãyu’gu oceju tibibe ocedop am.  Nem wasuyu, taweyu’gu dak taypa jeje ocedop am."  (Não somos peixes para morar no fundo do rio, nem pássaros, nem macacos para morar nos galhos das árvores) Telma Monteiro E Karosakaybu fez, com seu poder de deus, surgir o paraíso no rio Tapajós. Adicionou um local especial com cachoeiras e corredeiras, palco sagrado para os cantos e danças das lindas mulheres Munduruku. Na vasta Mundurucânia, no alto Tapajós, habita o deus criador do mundo,Karosakaybu, segundo os Munduruku. [1]   Um deus tão poderoso que transformaria homens em animais e protegeria os Munduruku da escassez de caça e de pesca. A harmonia com a natureza seria assegurada com tão importante protetor. Chegou o dia em que ousaram profanar esse território sagrado. E o véu místico formado por centenas de cânticos e rimas que ecoavam nas pedras e nas águas foi arrancado pela pressão dos...

O golpe da venda de créditos de carbono

O contrato de venda de carbono (REDD) assinado por alguns indígenas da etnia Munduruku com a empresa irlandesa Celestial Green pôs em evidência uma discussão até então marginalizada.  Sobre esse assunto leia  Empresa irlandesa compra direitos sobre créditos de carbono dos índios Munduruku, no Pará   Vídeo da reunião  entre os Munduruku e o diretor da Celestial Green Ventures em  12 de setembro de 2012, na Câmara Municipal de Jacareacanga, Pará. Fonte do vídeo:  Blog Junior Ribeiro Telma Monteiro O golpe da Celestial Green Ciaran Kelly, CEO da Celestial Green é um gênio do ilusionismo. Tem sob sua única responsabilidade e direção mais de 14 empresas, quase todas registradas no mesmo endereço. Segundo artigo intitulado   CelestialGreen Ventures’ contracts are “not valid”, says Brazil’s National IndianFoundation , FUNAI , do dia 15 de março, no Climate Connections , o caso dos Munduruku é parte de um golpe. O texto não só lista...

MP pede suspensão do licenciamento e obras da usina de Teles Pires por falta de consulta a indígenas

Imagem: Exame Apesar de o projeto impactar agressivamente as fontes de sobrevivência socioeconômica e cultural indígena, Constituição foi ignorada O Ministério Público do Estado do Mato Grosso (MP/MT), o Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) e no MT (MPF/MT) ajuizaram na última sexta-feira, 16 de março, a quarta ação por irregularidades no licenciamento ambiental da usina hidrelétrica de Teles Pires, uma das seis barragens previstas para o rio de mesmo nome, que fica entre os dois Estados.

Empresa irlandesa compra direitos sobre créditos de carbono dos índios Munduruku, no Pará

Por Natalia Viana, Ana Aranha, Jessica Mota e Carlos Arthur França Empresa irlandesa compra direitos sobre créditos de carbono dos índios Munduruku, no Pará, em reunião controversa; contrato investigado pelo Ministério Público valeria por 30 anos. A Funai foi deixada de fora O  vídeo promocional  da empresa Celestial Green Ventures – “verde celestial”, em português – traz imagens de uma reunião em uma localidade não identificada, na Amazônia. Em meio a fotos, com fundo musical, o irlandês Ciaran Kelly, CEO, explica: “Nós sentamos com a comunidade local, há uma discussão muito aberta, dizemos o que temos que fazer, quais são as suas responsabilidades e as nossas. Se concordamos, prosseguimos”.

Manifesto indígena contra as hidrelétricas Teles Pires, São Manuel, Foz do Apiacás, Colíder e Chacorão

Divulgação: Telma Monteiro   Terra indígena Kayabi, 30 de novembro a 01 de dezembro de 2011 À Presidente da República, Exa. Sra. Dilma Rousseff; Ao Ministro de Minas e Energia Edison Lobão; Ao Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo; À Ministra da Casa Civil Gleisi Helena Hoffman; À Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira; À Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República; À Secretaria Geral da Presidência da República; Ao Ministro do Planejamento Guido Mantega; Ao Presidente da FUNAI Márcio Meira; À Empresa de Pesquisa Energética – EPE; A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL; A Agência Nacional de Águas – ANA; Ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN; Ao IBAMA; A SEMA; Ao Ministério Público Federal; Ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso; À Companhia Paranaense de Energia – COPEL; À Companhia Hidrelétrica Teles Pires/SA. Manifesto Kayabi, Apiaká e Munduruku contra os Aproveitamentos Hidrelétricos no Rio Te...

MPF vai investigar contrato de crédito de carbono dos Munduruku com empresa irlandesa

Indígenas Munduruku Foto: Telma Monteiro Telma Monteiro O   Ministério Público Federal (MPF) de Santarém, Pará, recebeu uma representação sobre   a notícia de que indígenas da etnia Munduruku, por meio da Associação Pusssuru, firmaram um contrato com a empresa irlandesa especializada em compra e venda de créditos de carbono, Celestial Green Ventures. O contrato cujo objeto não ficou muito claro, diz respeito a créditos de carbono, em que a empresa repassará à comunidade indígena o valor de U$ 3.000,00 (três milhões de dólares) por ano, durante 30 (trinta) anos. Será necessário, inicialmente, segundo o MPF, analisar o conteúdo do contrato celebrado a fim de verificar a existência de eventual irregularidade em prejuízo dos indígenas. Foi aberto um procedimento que terá também o objetivo de obter informações da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) sobre a transação.   Diante dos acontecimentos e da necessidade de obter maiores informações, com fulcro nos §§ 1º e 2º do a...