Pular para o conteúdo principal

PCHs no rio Juruena: Manifesto das etnias ENAWENE-NAWE, RIKBAKTSA, CINTA-LARGA, ARARA, MYKY, IRANTXE, KAYABI, APYAKA E MUNDURUCU

As Etnias ENAWENE-NAWE, RIKBAKTSA, CINTA-LARGA, ARARA, MYKY, IRANTXE, KAYABI, APYAKA E MUNDURUCU.

Já Mandamos Documentos para todas as Autoridades para Resolver os nossos Problema, mas ninguém resolveu e não atendeu nada, só enrolam, os nossos problemas são:

1 - Falta de atendimento e Assistência de Saúde nas aldeias, nos pólos de saúde e casa de saúde indígenas da região.

2 - Também resolver os problemas das PCH'S que estão construindo no Alto do Juruena, o Juiz já mandou paralisar as obras e até agora não pararam, e nós estamos sendo prejudicados e impactados e não recompensaram os prejuízos causados nas nossas comunidades.

3 - Resolver o problema da compensação dos impactos causados pela PCH Juina/ Rede Cemat (Cinta-Larga).

4 - Fazer estudo de impactos ambientais e compensar os Araras e Cinta-Larga sobre o prejuízos da Construção da Hidrelétrica Dardanelo em Aripuanã, que está em construção.

5 - Queremos que as Prefeituras aplique 40% dos recursos do ICMS-ECOLÓGICO diretamente nas Aldeias.

Por isso nós queremos que venham aqui atender as nossas reivindicações as Autoridades Seguintes: Presidente da FUNASA, Empreendedores das Empresas de Energia Citadas Acima, SEMA (Secretário), IBAMA, FUNAI (Setor de Meio Ambiente), Ministério Público Federal de MT e PROCURADOR (Advogado) da FUNAI, GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO, PREFEITOS DE SAPEZAL, COMODORO, JUINA, ARIPUANÃ, JUARA, BRASNORTE E COTRIGUAÇU.

Hoje dia 18 de maio de 2008, e se em oito dias não atenderem as nossas solicitações nós iremos derrubar e botar fogo nas torres de energia que passa pelo rio Juruena e que abastece as cidades.

Comentários

  1. favor remeter essa mensagemn assinada para

    joao climaco
    rep das org civis no CNRH -Sec das CTécnicas
    FONASC-CBH
    MMA Ed. Marie Prendi Cruz, à SEPN – Quadra 505, lote 2, sala S-01,
    Brasília - DF.
    .

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Hidrelétrica Jirau, no rio Madeira, o desastre confirmado

UHE Santo Antônio (ainda em construção) e ao fundo a cidade de Porto Velho O "X" vermelho é para encobrir a propaganda mentirosa do consórcio que diz "Desenvolvimento sustentável para Rondônia e para o Brasil" A cidade de Porto Velho, a capital do estado de Rondônia, nunca esteve tão ameaçada pelas cheias do rio Madeira. Ensecadeira (barragens provisórias) e outras estruturas em construção na UHE Jirau poderão se romper se não houver um controle do nível do reservatório da hidrelétrica Santo Antônio. (Atualizado em 04/03/2014) Telma Monteiro Resgatando um pouco da história das usinas do Madeira O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado de Rondônia ajuizaram uma Ação Civil Pública (ACP) com pedido liminar contra a mudança de localização da usina de Jirau, no rio Madeira. Isso aconteceu em 25 de agosto de 2008.  A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováve...

Conceição do Mato Dentro, Minas Gerais

Volta à Minas colonial  Assista ao vídeo Conceição II sobre como a Mineração Anglo Ferrous Brazil, da Anglo American, trata as comunidades tradicionais de Minas Gerais. Assista ao filme Ouro de Sangue  mostra os descalabros da mineração de ouro a céu aberto em Paracatu, cidade bem próxima do Distrito Federal, formada durante a corrida do ouro da época colonial, no Oeste de Minas.

Rio Tapajós: derradeiro peão no tabuleiro de xadrez da Amazônia

Telma Monteiro No final de 2011, como resolução de ano novo, eu prometi a mim mesma que deixaria o ativismo socioambiental. Que fique claro que esta não seria a primeira vez a me impor tal determinação. Achei, no entanto, que seria a última e que resistiria bravamente às provocações e apelos das notícias que envolvem os desmandos do setor elétrico contra os povos e rios da Amazônia. Contra a vida, enfim. Foi em vão. Mesmo desestimulada pelos rumos tomados pelos enfrentamentos socioambientais, dei-me outra chance ao escrever mais este texto. Talvez eu não tenha completado meu carma ou não tenha esgotado meus argumentos para provar as ilegalidades dos processos de licenciamento de grandes obras. Ou talvez eu ainda acredite que temos chances de reverter este modelo de desenvolvimento ultrapassado e predatório que estão impondo ao Brasil. Sinceramente, não sei. É um comichão danado quando me deparo com fatos e decisões de autoridades ou empresas que subestimam a inteligênci...