O que está em jogo? O Peru ainda não calculou quanto seu mercado interno usará da energia procedente das hidrelétricas que serão erguidas na Amazônia desse país em razão do acordo assinado no dia 16, entre o presidente Alan García e seu anfitrião, Luiz Inácio Lula da silva.
UHE Santo Antônio (ainda em construção) e ao fundo a cidade de Porto Velho O "X" vermelho é para encobrir a propaganda mentirosa do consórcio que diz "Desenvolvimento sustentável para Rondônia e para o Brasil" A cidade de Porto Velho, a capital do estado de Rondônia, nunca esteve tão ameaçada pelas cheias do rio Madeira. Ensecadeira (barragens provisórias) e outras estruturas em construção na UHE Jirau poderão se romper se não houver um controle do nível do reservatório da hidrelétrica Santo Antônio. (Atualizado em 04/03/2014) Telma Monteiro Resgatando um pouco da história das usinas do Madeira O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado de Rondônia ajuizaram uma Ação Civil Pública (ACP) com pedido liminar contra a mudança de localização da usina de Jirau, no rio Madeira. Isso aconteceu em 25 de agosto de 2008. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováve...
Prezada Telma Monteiro:
ResponderExcluirFinanciar países e multinacionais brasileiras para vender tecnologia de hidroelétricas é uma coisa. Outra — celebrar acordo de importação de energia de outros países latino americanos — é procurar 'chifre em cabeça de cavalo'. Quem garante que "na hora H eles não vão roer a unha", como já o fizeram os "mui amigos" Rafael Correa, do Equador ; o padre "inseminarista", do Paraguai e o Índio, da Bolívia no recente epsódio do gas e das hidroelétricas confiscados?
Exportar tecnologia é o que busca todo país capitalista que se preze. Ou agora que — yes, nós temos nossas multinacionais — vamos ficar envergonhados e renunciar ao direito de exportar tecnologia e permanecer na política burra de exportar comodities agrícolas e minérios?
Notícas recentes: "Votorantim investe R$500 milhões na sua unidade de cajamarquilla, no Peru para produção de "indio metálico", elemento químico de alto valor agregado, essencial na fabricação de monitores de cristal líquido e plasma...."
ResponderExcluirLogo surgirão comentários maldosos do tipo:
"multinacional brasileira está explorando os simpáticos índios peruanos"
comentário do Kiko:
"é no que dá fazer negócio com gentalha, gentalha".
Ditado mineiro:
"Fazer sociedade com pobre é o mesmo que pedir esmola pra dois".