Telma Monteiro No final de 2011, como resolução de ano novo, eu prometi a mim mesma que deixaria o ativismo socioambiental. Que fique claro que esta não seria a primeira vez a me impor tal determinação. Achei, no entanto, que seria a última e que resistiria bravamente às provocações e apelos das notícias que envolvem os desmandos do setor elétrico contra os povos e rios da Amazônia. Contra a vida, enfim. Foi em vão. Mesmo desestimulada pelos rumos tomados pelos enfrentamentos socioambientais, dei-me outra chance ao escrever mais este texto. Talvez eu não tenha completado meu carma ou não tenha esgotado meus argumentos para provar as ilegalidades dos processos de licenciamento de grandes obras. Ou talvez eu ainda acredite que temos chances de reverter este modelo de desenvolvimento ultrapassado e predatório que estão impondo ao Brasil. Sinceramente, não sei. É um comichão danado quando me deparo com fatos e decisões de autoridades ou empresas que subestimam a inteligênci...
Lembro do Minc parafraseando o Caetano: "a força da grana que destroi colsas belas"... neste caso, a grana do contribuinte que vai para a Oderbrecht, o caixa 2 do PT e seus aliados (Raupp, Maluf, Sarney, Jader, Blairo, etc.)...o povão enganado, o CONAMA conivente e as ONGs? Bye-bye Madeira!
ResponderExcluirbelas fotos da triste destruição, permitida somente ao jornalista de plantão de Furnas... os mortais militantes não conseguem chegar nem perto para registrar o que a "memória" consegue apagar com cifrões...
ResponderExcluiriremar
Olá Telma
ResponderExcluirTe dou parabéns por se empenhar numa causa importante como essa, e tomo a liberdade em apresentar seu blog num trabalho voluntário que desenvolvo aqui em SBC-SP.
Estará nessa semana na Ecolmeia.
www.ecolmeia.com no Boletim Abelha Informa 18.
Grande abraço
Elaine Santos